| Documentos que legitimam uma Instituição | Definição | Tipo de documento | Temporalidade | Responsáveis |
| Regulamento Interno | É o documento que define o Regime de funcionamento do agrupamento de escolas ou Da escola não agrupada, de cada um dos seus órgãos de Administração e gestão, das estruturas de orientação e dos Serviços administrativos, técnicos e técnico -pedagógicos, Bem como os direitos e os deveres dos membros da comunidade Escolar; Constitui um dos instrumentos de concretização do processo da autonomia, procurando desenvolver de modo equilibrado e consensual, as linhas orientadoras definidas na legislação. | Jurídico-legal | Estável | Órgãos/corpos gerentes |
| Projeto Educativo | É o documento que consagra a Orientação educativa do agrupamento de escolas ou da Escola não agrupada, elaborado e aprovado pelos seus Órgãos de administração e gestão para um horizonte de Três anos, no qual se explicitam os princípios, os valores, as metas e as estratégias segundo os quais o agrupamento De escolas ou escola não agrupada se propõe cumprir a Sua função educativa; | Pedagógico | Tem a duração de 3 ou mais anos | Comunidade educativa |
| Plano de Atividades | É o documento De planeamento, que define, em função do Projeto educativo, os objectivos, as formas de organização E de programação das atividades e que procedem à identificação Dos recursos necessários à sua execução; | Pedagógico | Anual | Conselho Pedagógico |
| Orçamento | É o documento em que se prevêem, de Forma discriminada, as receitas a obter e as despesas a Realizar pelo agrupamento de escolas ou escola não agrupada. | Jurídico-legal | Anual | Órgãos/ corpos gerentes |
| Relatório Anual de Atividades | É o documento que Relaciona as actividades efectivamente realizadas pelo Diário da República, 1.ª série — N.º 79 — 22 de Abril de 2008 2345 Agrupamento de escolas ou escola não agrupada e identifica Os recursos utilizados nessa realização; | Pedagógico | Anual | Conselho Pedagógico |
| Conta de Gerência | É o documento que relaciona as Receitas obtidas e despesas realizadas pelo agrupamento De escolas ou escola não agrupada; | Jurídico-legal | Anual | Administração escolar |
| Relatórios de Auto Avaliação | É o documento que procede À identificação do grau de concretização dos objectivos Fixados no projecto educativo, à avaliação das actividades Realizadas pelo agrupamento de escolas ou escola não Agrupada e da sua organização e gestão, designadamente No que diz respeito aos resultados escolares e à prestação Do serviço educativo. | Pedagógico | Anual | Conselho Pedagógico |
| Ideário | O ideário é a fonte de inspiração e o ponto de referência quer do projeto educativo, quer do plano anual de atividades, Nele faz-se referência aos valores que procura vivenciar, nomeadamente a criatividade, a interioridade, o respeito pelo outro, o trabalho, a persistência, a autonomia, a responsabilidade e a solidariedade. | Sócio filosófico | Vitalício | Responsável pela sua elaboração é a entidade instituidora. |
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Quadro sinótico de uma Instituição/ Escola
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Maria Montessori nasceu na Itália, em 1870, e morreu em 1952. Formou-se em medicina, iniciando um trabalho com crianças anormais na clínica da universidade, vindo posteriormente dedicar-se a experimentar em crianças sem problemas, os procedimentos usados na educação dos não normais.
A pedagogia Montessoriana relaciona-se a normatização (consiste em harmonizar a interação de forças corporais e espirituais, corpo, inteligência e vontade). As escolas do Sistema Montessoriano são difundidas pelo mundo todo. O método Montessoriano tem por objetivo a educação da vontade e da atenção, com o qual a criança tem liberdade de escolher o material a ser utilizado, alem de proporcionar a cooperação.
Os princípios fundamentais do sistema Montessori são: a atividade, a individualidade e a liberdade. Enfatizando os aspectos biológicos, pois, considerando que a vida é desenvolvimento, achava que era função de educação favorecer esse desenvolvimento.
Os estímulos externos formariam o espírito da criança, precisando portanto ser determinados.
Assim, na sala de aula, a criança era livre para agir sobre os objetos sujeitos a sua ação, mas estes já estavam preestabelecidos, como os conjuntos de jogos e outros materiais que desenvolveu.
A pedagogia de Montessori insere-se no movimento das Escolas Novas, uma oposição aos métodos tradicionais que não respeitavam as necessidades e os mecanismos evolutivos do desenvolvimento da criança. Ocupa um papel de destaque neste movimento pelas novas técnicas que apresentou para os jardins de infância e para as primeiras séries do ensino formal.
O material criado por Montessori tem papel preponderante no seu trabalho educativo pois pressupõem a compreensão das coisas a partir delas mesmas, tendo como função a estimular e desenvolver na criança, um impulso interior que se manifesta no trabalho espontâneo do intelecto.
Ela produz uma série de cinco (5) grupos de materiais didáticos:
- Exercícios Para a Vida Quotidiana
- Material Sensorial
- Material de Linguagem
- Material de Matemática
- Material de Ciências
Estes materiais se constituem de peças sólidas de diversos tamanhos e formas: caixas para abrir, fechar e encaixar; botões para abotoar; série de cores, de tamanhos, de formas e espessuras diferentes. Coleções de superfícies de diferentes texturas e campainhas com diferentes sons.
A italiana Maria Montessori (1870-1952) foi uma das pioneiras da educação pré-escolar e da Escola Nova. Personagem obrigatória de qualquer antologia de grandes pedagogos, ela desenvolveu sua "pedagogia científica" baseada principalmente na transposição de métodos desenvolvidos no trabalho com crianças "anormais" para o trabalho com crianças "normais".
Influenciada por Rousseau e pelo desejo de adequar a educação às possibilidades das crianças, Montessori inaugurou em 1907, em Roma, a famosa Casa dei Bambini, onde experimentou inúmeras inovações. Foi com ela que surgiram novidades tão básicas como mesas e cadeiras menores para as salas de Educação Infantil e a utilização de brinquedos educativos.
Ainda que suas posições fossem avançadíssimas para sua época, algumas das concepções de Montessori foram criticadas por educadores (entre eles, Freinet), que apontavam o risco de promover um trabalho excessivamente diretivo e isolado do contexto cultural das crianças.
E, de fato, ao consultarmos seus textos, podemos constatar que, na concepção de Montessori, cada brinquedo educativo tem uma função muito clara (por exemplo, ensinar a amarrar os sapatos, mostrar as formas geométricas, etc.) e ela chega a afirmar que até os gestos da criança devem ser guiados pela educadora caso não se conformem à função de cada objeto. Atualmente, a importância dos brinquedos e de brincar é vista de uma maneira diferente, e sabe-se também a importância dos jogos em que os brinquedos podem ser aproveitados de maneira mais livre pelas crianças, integrando-se aos seus processos de imaginação.
Centros de educação inspirados em Montessori possuem ambientes bem organizados, com inúmeras opções de atividades para as crianças. Hoje em dia, na maioria dos casos, escolas que se autodenominam montessorianas equilibram seu currículo com atividades lúdicas mais abertas que as preconizadas pela grande educadora italiana em seu trabalho pioneiro e ainda interessante para nós.
www.educacional.com.br/.../verbete.asp?idPubWiki=9587
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Quem é Maria da Luz Leitão?
Maria da Luz Leitão
Maria da Luz Ferreira Leitão nasceu no Fundão, onde cresceu e fez os primeiros estudos. Desse tempo guardou sempre consigo a imagem da Serra da Gardunha com a passagem das estações do ano, que terá estado na origem do seu gosto pela Geografia. Fundão: aspectos geográficos de uma vila do interior do país foram o título da tese de licenciatura em Geografia apresentada à Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se licenciou também em Ciências Pedagógicas.
Foi professora de Geografia e de Ciências Humanas no Ensino Preparatório e no Ensino Unificado (agora 2º e 3º Ciclos do Ensino Básico), autora de manuais escolares de Geografia no âmbito da Reforma Veiga Simão, e directora da Escola Preparatória Luísa Todi em Setúbal.
Após Abril de 1974, a Dr.ª Maria da Luz Leitão foi convidada a participar na elaboração dos programas da Escola do Magistério Primário de Lisboa, onde veio a ser Directora.
Em 1978 iniciou o Projecto Ensinar é Investigar e coordenou-o a nível nacional até 1994, orientando acções de formação de professores e iniciando a publicação dos materiais pedagógicos do Projecto, com o apoio do Instituto de Inovação Educacional , e do livro Da criança ao aluno: um itinerário pedagógico: ensinar é investigar
Após Abril de 1974, a Dr.ª Maria da Luz Leitão foi convidada a participar na elaboração dos programas da Escola do Magistério Primário de Lisboa, onde veio a ser Directora.
Em 1978 iniciou o Projecto Ensinar é Investigar e coordenou-o a nível nacional até 1994, orientando acções de formação de professores e iniciando a publicação dos materiais pedagógicos do Projecto, com o apoio do Instituto de Inovação Educacional , e do livro Da criança ao aluno: um itinerário pedagógico: ensinar é investigar
Em 1994 fez parte do grupo fundador da associação de Professores Ensinar é Investigar, e ocupou o cargo de Presidente da Mesa da Assembleia Geral. Foi também o ano em que se reformou e passou a residir na sua casa em Lagos. Em Março de 1997 faleceu, vítima de doença grave.
Os livros que guardaram ao longo da vida foram entregues, a uma escola, pelo marido, Dr. Horácio Mendes Gil, cumprindo o desejo da professora e prestigiada investigadora que foi a Dr.ª Maria da Luz.
A Escola Secundária João de Deus recebe com carinho esta doação e torna prioritário o tratamento e registo informático destes livros para produzir um catálogo de todas as obras do espólio recebido e disponibilizá-las para consulta de utilizadores na Biblioteca.
Do artigo no jornal Preto no Branco, Jan. 2005
Maria da Luz Leitão continuará a ensinar quem quiser investigar
Sitografia:
o-maior-espectaculo-do-mundo.weblog.com.pt/.../177969
domingo, 12 de junho de 2011
Quem foi Comenius
Quem foi Comenius
Jan Amos Comenius (1592-1670), foi pensador e educador checo, descendente da vertente hussita da Reforma (seguidores de Jan Huss – ca. 1369-1415), pacifista, pregava em pleno século XVII, o desarmamento mundial e o diálogo inter-religioso.
Suas ideias se abrem para o terceiro milénio, pois ele foi precursor de projectos e propostas que apenas recentemente a civilização reconhece como directrizes universais. É considerado o precursor da ONU, Zammenhof se inspirou nele para criar o esperanto, a língua universal. Declarava o direito universal da educação igualitária para todas as pessoas, de todos os povos e de qualquer condição. Tinha o projecto de pansofia – sabedoria do todo – e de pampædia – ensino para todos. Queria ligar pesquisa empírica (ciência), racionalidade filosófica e revelação religiosa para uma apreensão unitária, orgânica, integral da realidade. E queria tornar esse conhecimento acessível a todas as criaturas humanas. Ensinar tudo e todos – para que a humanidade se organizasse com os valores da fraternidade e da paz, era sua meta.
Comenius teve vida atribulada de perseguições e fugas, sofrimentos e trabalho árduo, morrendo no exílio, na Holanda, depois de perder pátria, família e bens. Mas deixou obra vastíssima, ainda largamente inédita no Ocidente (porque escrita na maior parte em checo e latim.)
“Nosso primeiro desejo é que todos os homens sejam educados plenamente em sua plena humanidade, não apenas um indivíduo, não alguns poucos, nem mesmo muitos, mas todos os homens, reunidos e individualmente, jovens e velhos, ricos e pobres, de nascimento elevado e humilde — numa palavra, qualquer um cujo destino é ter nascido ser humano: de forma que afinal toda a espécie humana seja educada, homens de todas as idades, todas as condições, de ambos os sexos e de todas as nações.
Nosso segundo desejo é que todo homem seja educado integralmente, formado correctamente, não num objecto particular ou em alguns objectos ou mesmo em muitos, mas em tudo o que aperfeiçoa a espécie humana; para que ele seja capaz de saber a verdade e não seja iludido pelo que é falso; para amar o bem e não ser seduzido pelo mal; para fazer o que deve ser feito e não permitir o que deve ser evitado; para falar sabiamente sobre tudo, com qualquer um, quando necessário e não ser estúpido em nenhum assunto e finalmente para lidar com as coisas, com os homens e com Deus, em todos os sentidos, racionalmente e não precipitadamente e assim nunca se afastando da meta da felicidade.
E educado em todos os aspectos: não para pompa e exibição, mas para a verdade; quer dizer, para tornar os homens o mais possível a imagem de Deus, na qual foram criados: verdadeiramente racionais e sábios, verdadeiramente activos e espirituais, verdadeiramente morais e honrados, verdadeiramente pios e santos e assim verdadeiramente felizes e abençoados tanto aqui, quanto na eternidade.
Em suma, para iluminar todos os homens com a verdadeira sabedoria, para ordenarem suas vidas com verdadeiros governos e para uni-los a Deus com verdadeira religião, de modo que ninguém se equivoque em sua missão neste mundo."
Apenas a brincar
Quando me virem a montar blocos
A construir casas, prédios, cidades
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender sobre o equilíbrio e as formas
Um dia, posso vir a ser engenheiro ou arquitecto.
Quando me virem a fantasiar
A fazer comidinha, a cuidar das bonecas
Não pensem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a cuidar de mim e dos outros
Um dia, posso vir a ser mãe ou pai.
Quando me virem coberto de tinta
Ou a pintar, ou a esculpir e a moldar barro
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a expressar-me e a criar
Um dia, posso vir a ser artista ou inventor.
Quando me virem, sentado
A ler para uma plateia imaginária
Não riam e achem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a comunicar e a interpretar
Um dia, posso vir a ser professor ou actor.
Quando me virem à procura de insectos no mato
Ou a encher os meus bolsos com bugigangas
Não achem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a prestar atenção e a explorar
Um dia, posso vir a ser cientista.
Quando me virem, mergulhado num puzzle
Ou nalgum jogo da escola
Não pensem que perco tempo a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a resolver problemas e a concentrar-me
Um dia posso vir a ser empresário.
A construir casas, prédios, cidades
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender sobre o equilíbrio e as formas
Um dia, posso vir a ser engenheiro ou arquitecto.
Quando me virem a fantasiar
A fazer comidinha, a cuidar das bonecas
Não pensem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a cuidar de mim e dos outros
Um dia, posso vir a ser mãe ou pai.
Quando me virem coberto de tinta
Ou a pintar, ou a esculpir e a moldar barro
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a expressar-me e a criar
Um dia, posso vir a ser artista ou inventor.
Quando me virem, sentado
A ler para uma plateia imaginária
Não riam e achem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a comunicar e a interpretar
Um dia, posso vir a ser professor ou actor.
Quando me virem à procura de insectos no mato
Ou a encher os meus bolsos com bugigangas
Não achem que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a prestar atenção e a explorar
Um dia, posso vir a ser cientista.
Quando me virem, mergulhado num puzzle
Ou nalgum jogo da escola
Não pensem que perco tempo a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a resolver problemas e a concentrar-me
Um dia posso vir a ser empresário.
Quando me virem a cozinhar e a provar comida
Não achem, porque estou a gostar, que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a seguir as instruções e a descobrir as diferenças
Um dia, posso vir a ser Chefe.
Quando me virem a pular, a saltar a correr e a movimentar-me
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender como funciona o meu corpo
Um dia posso vir a ser médico, enfermeiro ou atleta.
Quando me perguntarem o que fiz hoje na escola
E, eu disser que brinquei
Não me entendam mal
Porque a brincar, estou a aprender.
A aprender a trabalhar com prazer e eficiência
Estou a preparar-me para o futuro.
Não achem, porque estou a gostar, que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender a seguir as instruções e a descobrir as diferenças
Um dia, posso vir a ser Chefe.
Quando me virem a pular, a saltar a correr e a movimentar-me
Não digam que estou só a brincar
Porque a brincar, estou a aprender
A aprender como funciona o meu corpo
Um dia posso vir a ser médico, enfermeiro ou atleta.
Quando me perguntarem o que fiz hoje na escola
E, eu disser que brinquei
Não me entendam mal
Porque a brincar, estou a aprender.
A aprender a trabalhar com prazer e eficiência
Estou a preparar-me para o futuro.
Hoje, sou criança e o meu trabalho é brincar.
Anita Wadley
sábado, 30 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Princípio Geral e Objectivos Pedagógicos Enunciados na Lei – Quadro da Educação Pré – Escolar
A lei – Quadro da Educação Pré – Escolar estabelece como princípio geral que “a educação pré – escolar é a primeira etapa da educação básica no processo de educação ao longo da vida, sendo complementar da acção educativa da família, com a qual deve estabelecer estreita relação, favorecendo a formação e o desenvolvimento equilibrado da criança, tendo em vista a sua plena inserção na sociedade como ser autónomo, livre e solidário”.
Este princípio fundamenta todo o articulado da lei e dele decorrem os objectivos gerais pedagógicos definidos para a educação pré – escolar:
a) Promover o desenvolvimento pessoal e social da criança com base em experiências de vida democrática numa perspectiva de educação para a cidadania;
b) Fomentar a inserção da criança em grupos sociais diversos, no respeito pela pluralidade das culturas, favorecendo uma progressiva consciência como membro da sociedade;
c) Contribuir para a igualdade de oportunidades no sucesso à escola e para o sucesso da aprendizagem;
d) Estimular o desenvolvimento global da criança no respeito pelas suas características individuais, incutindo comportamentos que favoreçam aprendizagens significativas e diferenciadas;
e) Desenvolver a expressão e a comunicação através de linguagens múltiplas como meios de relação, de informação de sensibilização estética e de compreensão do mundo;
f) Despertar a curiosidade e o pensamento crítico;
g) Proporcionar à criança ocasiões de bem - estar e de segurança, nomeadamente no âmbito da saúde individual e colectiva;
h) Proceder à despistagem de inadaptações, deficiências ou precocidades e promover a melhor orientação e encaminhamento da criança;
i) Incentivar a participação das famílias no processo educativo e estabelecer relações de efectiva colaboração com a comunidade;
Orientações Curriculares
Para a Educação Pré – Escolar
Ministério da educação
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